
Depois que um helicóptero militar dos EUA é abatido durante uma missão de resgate no Afeganistão, o único operador sobrevivente deve escapar de insurgentes hostis e navegar por terrenos acidentados para guiar o único civil vivo – uma criança traumatizada – para um local seguro.
Dirigido por William Kaufman e Johnny Strong, a primeira meia hora do filme é completamente monótona e cansativa, apresentando-se mais como uma reprodução falida de um jogo de guerra de videogame, com tiros para todos os lados, porém sem nenhuma explicação plausível.
O elenco conta com Johnny Strong, Raj Kala, Siya Rostami, Danny Augustus, Zander Gòmez, Steve Mokate, Adam Dietrich, Damiam Turner, Glenn Peña, Athena Durner, James Sherrill, Michael Sauers.
A convivência entre o soldado americano interpretado por Johnny Strong e a menina sobrevivente é uma tentativa frustrada de conquistar o público. A relação dos dois não é aprofundada do modo que deveria e, por não ter nuances de transformação durante as cenas, acaba se tornando mais do mesmo.
Outro aspecto que não é bem trabalhado no longa é a temática da perseguição religiosa. O conflito entre cristãos e muçulmanos é claro no filme, já que fundamentalistas islâmicos exterminam um vilarejo cristão. Em determinado momento do filme, há um diálogo sobre pessoas boas e ruins inseridas em todas as religiões. Porém, o diálogo fica solto já que a perseguição continua, é intensificada e nada muda.
Seals: Operação Resgate (Warhorse One) é um filme que não conquista o público em suas 2h05m de mais do mesmo.















